Feliz Natal em Várias Línguas
Como dizer Feliz Natal em Vários Idiomas
Albanês – Gezur Krislinjden
Alemão – Frohe Weihnacht
Armênio – Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Bretão – Nedeleg laouen
Catalão – Bon Nadal
Coreano – Chuk Sung Tan
Croato – Cestit Božic
Espanhol – Feliz Navidad
Esperanto – Gajan Kristnaskon
Finlandês – Hyvää joulua
Francês – Joyeux Noël
Grego – Kala Christougena
Magyar – Kellemes Karácsonyt
Inglês – Merry Christmas
Italiano – Buon Natale
Japonês – Merii Kurisumasu (modificação de merry xmas)
Mandarim – Kung His Hsin Nien
Norueguês – GOD JUL
Occitan – Buon Nadal
Polaco – Wesolych Swiat Bozego Narodzenia
Português – Feliz Natal
Romeno – Sarbatori Fericite
Russo – S prazdnikom Rozdestva Hristova
Tcheco – Klidné prožití Vánoc
Sueco – God Jul
Ucraniano – Srozhdestvom Kristovym
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
“O mais leve movimento de uma alma animada de puro amor é mais proveitoso à Igreja do que todas as demais obras reunidas.”
“O afeto e o apego da alma à criatura torna-a semelhante a esta mesma criatura. Quanto maior a afeição, maior a identidade e semelhança, porque é próprio do amor tornar aquele que ama semelhante ao amado.”
´´Que mais queres, ó alma, e que mais buscas fora de ti, se encontras em teu próprio ser a riqueza, a satisfação, a fartura e o reino, que é teu Amado a quem procuras e desejas?´´
São João da Cruz
“O afeto e o apego da alma à criatura torna-a semelhante a esta mesma criatura. Quanto maior a afeição, maior a identidade e semelhança, porque é próprio do amor tornar aquele que ama semelhante ao amado.”
´´Que mais queres, ó alma, e que mais buscas fora de ti, se encontras em teu próprio ser a riqueza, a satisfação, a fartura e o reino, que é teu Amado a quem procuras e desejas?´´
São João da Cruz
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Oscar Wilde
Acho tão natural que não se pense
Acho tão natural que não se pense
Que me ponho a rir às vezes, sozinho,
Não sei bem de quê, mas é de qualquer cousa
Que tem que ver com haver gente que pensa ...
Que pensará o meu muro da minha sombra?
Pergunto-me às vezes isto até dar por mim
A perguntar-me cousas. . .
E então desagrado-me, e incomodo-me
Como se desse por mim com um pé dormente. . .
Que pensará isto de aquilo?
Nada pensa nada.
Terá a terra consciência das pedras e plantas que tem?
Se ela a tiver, que a tenha...
Que me importa isso a mim?
Se eu pensasse nessas cousas,
Deixaria de ver as árvores e as plantas
E deixava de ver a Terra,
Para ver só os meus pensamentos ...
Entristecia e ficava às escuras.
E assim, sem pensar tenho a Terra e o Céu
Alberto Caeiro
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
A úa senhora que, estando de mui bom parecer,
contraiu o parentesco de sogra
Quando deixareis vós de ser fermosa,
Minha senhora dona Mariana?
Nunca jamais, se a vista não me engana,
Ou se a fé, mais que a vista, escrupolosa.
Filha vos conheci, e já vi rosa,
Das que se preza abril, maio se ufana,
Que, em vendo essa beleza soberana,
Do prado se acolhia vergonhosa.
Conheci-vos esposa, em igual preço
Invejada das flores. Mas, que importa
Se mãe fostes, com raios semelhantes?
E até sogra, que agora vos conheço,
( contra o que dizem: nem de barro à porta...)
Aposto que inda sois como éreis dantes.
D. Francisco Manuel de Melo
(1608-1666)
contraiu o parentesco de sogra
Quando deixareis vós de ser fermosa,
Minha senhora dona Mariana?
Nunca jamais, se a vista não me engana,
Ou se a fé, mais que a vista, escrupolosa.
Filha vos conheci, e já vi rosa,
Das que se preza abril, maio se ufana,
Que, em vendo essa beleza soberana,
Do prado se acolhia vergonhosa.
Conheci-vos esposa, em igual preço
Invejada das flores. Mas, que importa
Se mãe fostes, com raios semelhantes?
E até sogra, que agora vos conheço,
( contra o que dizem: nem de barro à porta...)
Aposto que inda sois como éreis dantes.
D. Francisco Manuel de Melo
(1608-1666)
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