sexta-feira, 2 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
O Bolinho Seriall Killer
Um dia estava no café,
A fingir que lia o jornal( até me parece que estava de pernas para o ar...),
Quando na verdade,
Vigiava o Bolinho Seriall Killer,
Que estava sobre o balcão,
Com um ar muito insuspeito.
Tentava passar despercebido,
Escondendo-se detrás do guardanapo,
Ou fingindo que era um Lanche.
Apenas um olhar experimentado,
Como o meu e o de uma menina sardenta,
Reconheciam nele mais que um suspeito,
Mas sim um verdadeiro criminoso...
Como casos de crime devem ser tratados por adultos,
Segredei à menina sardenta,
Enquanto me dirigia ao balcão:
"Não te preocupes com o bolinho...eu levo-o preso!"
Um dia estava no café,
A fingir que lia o jornal( até me parece que estava de pernas para o ar...),
Quando na verdade,
Vigiava o Bolinho Seriall Killer,
Que estava sobre o balcão,
Com um ar muito insuspeito.
Tentava passar despercebido,
Escondendo-se detrás do guardanapo,
Ou fingindo que era um Lanche.
Apenas um olhar experimentado,
Como o meu e o de uma menina sardenta,
Reconheciam nele mais que um suspeito,
Mas sim um verdadeiro criminoso...
Como casos de crime devem ser tratados por adultos,
Segredei à menina sardenta,
Enquanto me dirigia ao balcão:
"Não te preocupes com o bolinho...eu levo-o preso!"
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Perfeição
Quando eu limpo o pó,
Não deixo de limpar o assento da cadeira por baixo.
Porquê não sei bem,
Ninguém saberia a não ser eu que não o tinha limpo,
Nem o próprio pó saberia,
Já que eu próprio desconfio que esteja lá,
E ainda assim,
Sou incapaz de deixar a cadeira,
Sem me debruçar para limpar,
Um pó que não sei se existe e que com certeza ninguém vê.
Ninguém com certeza me vai dar os parabéns pela minha minúcia,
Que às vezes ocupa mais tempo do que é útil,
Mas eu gosto do trabalho bem feito.
Só ainda não consegui limpar o pó completamente a uma guitarra,
E deve ser por isso que o seu som me parece sempre sujo.
Quando eu limpo o pó,
Não deixo de limpar o assento da cadeira por baixo.
Porquê não sei bem,
Ninguém saberia a não ser eu que não o tinha limpo,
Nem o próprio pó saberia,
Já que eu próprio desconfio que esteja lá,
E ainda assim,
Sou incapaz de deixar a cadeira,
Sem me debruçar para limpar,
Um pó que não sei se existe e que com certeza ninguém vê.
Ninguém com certeza me vai dar os parabéns pela minha minúcia,
Que às vezes ocupa mais tempo do que é útil,
Mas eu gosto do trabalho bem feito.
Só ainda não consegui limpar o pó completamente a uma guitarra,
E deve ser por isso que o seu som me parece sempre sujo.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Dona Maria ia à missa todos os domingos,
E enquanto rezava fervorosamente pela salvação do mundo,
Condenava ao inferno meretrizes, ladrões e infieis da fé.
Deus na sua infinita sabedoria,
Deixou que Dona Maria toda a gente condenasse,
E salvou quem achou por bem salvar,
E parece-me que não salvou a Dona Maria.
Elisa Sampaio.
E enquanto rezava fervorosamente pela salvação do mundo,
Condenava ao inferno meretrizes, ladrões e infieis da fé.
Deus na sua infinita sabedoria,
Deixou que Dona Maria toda a gente condenasse,
E salvou quem achou por bem salvar,
E parece-me que não salvou a Dona Maria.
Elisa Sampaio.
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